Skip to main content

Curiosidades da imigração italiana para o Brasil – Parte II

Com a vinda dos italianos entre 1800 a 1920, muito se aprendeu e se incorporou da sua cultura. Algumas influenciaram no dia a dia, como forma de cultivo, outras no vocabulário e ainda as que mudaram a culinária. Por isso, criamos uma série com três textos que irão mostrar pontos curiosos deste povo e sua luta que influenciam até hoje a cultura gaúcha e brasileira. Confira as curiosidades deste segundo texto:

 A cultura italiana foi aos poucos incorporada à brasileira e técnicas de agricultura, palavras e culinária foram absorvidas e hoje fazem parte do dia-a-dia. Um exemplo disso é a palavra tchau para se despedir de alguém, que em italiano é “ciao”, e passou a ser utilizada após a imigração;

  • Nos primeiros anos do século 20, o consumo anual de vinho per capita na Itália era de 126 litros — hoje é de 50 litros;
  • Os imigrantes tinham em seu imaginário que o Brasil era a terra da “cucagna”, da fartura, onde as montanhas eram de ouro e das árvores se colhia queijo. Por isso, a saída da Itália para o Brasil abria um novo horizonte para os imigrantes;
  • O hábito de comer o panetone nas festas de final de ano (especialmente, durante o Natal) também é algo que ganhamos dos italianos;
  • Além dos pratos que foram incorporados em nossa cultura, tais como as pizzas e espaguetes de diferentes sabores, outras palavras também passaram a fazer parte de nosso vocabulário, tais como polenta e paúra;
  • Os imigrantes italianos também ajudaram no enraizamento da crença católica em nosso país;
  • Entre 1870 e 1953 entraram no Brasil 1.565.835 italianos;
  • O cultivo da videira, do milho e do trigo se disseminaram ainda mais com os colonos italianos.

Continue acompanhando essa série. Ainda postaremos mais um texto com curiosidades sobre a saga da imigração italiana para o Rio Grande do Sul.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *